quarta-feira, 27 de abril de 2011

Trovadorismo I

Alunos do Ensino Médio: vejam apresentação sobre Trovadorismo, tema que trabalharemos nas próximas aulas.

sábado, 2 de abril de 2011

Não morra sem ler!!

Qual a obra literária que você leu e indicaria para seus colegas como aquele livro inesquecível, que não se pode deixar de ler de jeito nenhum.
Faça sua postagem com o nome do livro, autor, editora e motivo pelo qual você assim o considera. Não esqueça de colocar seu nome e seu ano, até 30 de abril de 2011.

domingo, 27 de março de 2011

"Construção" - Chico Buarque

http://www.urutagua.uem.br//007/07kogawa.htm
Esse endereço eletrônico possui uma análise da música Construção que permite um aprofundamento maior sobre os seus significados. O início do artigo não precisa ser lido; a partir da música há uma compreensão maior do que abordei em classe.

quarta-feira, 16 de março de 2011

LITERATURA - AULA 3 - APOSTILA 1 - ANGLO

Ensino Médio
Classificação usual das rimas na tradição da Língua Portuguesa
Posição no verso
• Externa - Quando a rima aparece ao final do verso. É o tipo mais comum de rima.
“ Lembranças, que lembrais meu bem passado
Para que sinta mais o mal presente
Deixai-me se quereis viver contente
Não me deixeis morrer neste estado ”
(Lembranças, que lembrais meu bem passado, Thiago Augusto Cardoso da Silva)
Posição na estrofe
• Cruzada ou alternada: O primeiro verso rima com o terceiro, e o segundo com o quarto .
“ Minha desgraça não é ser poeta,
Nem na terra de amor não ter um eco,
É meu anjo de Deus, o meu planeta
Tratar-me como trata-se um boneco ”
(Minha Desgraça, Álvares de Azevedo)
• Interpolada ou intercalada: Frequentemente usada em sonetos, o primeiro verso rima com o quarto, e o segundo com o terceiro .
“ Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênese da infância,
A influência má dos signos do zodíaco ”
(Psicologia de um Vencido, Augusto dos Anjos)
• Emparelhada: O primeiro verso rima com o segundo, e o terceiro com o quarto .
“ Aos que me dão lugar no bonde
e que conheço não sei de onde,
aos que me dizem terno adeus
sem que lhes saiba os nomes seus ”
(Obrigado, Carlos Drummond de Andrade)

• Encadeada ou internas: Quando rimam palavras que estão no fim do verso e no interior do verso seguinte:
“ Salve Bandeira do Brasil querida
Toda tecida de esperança e luz
Pálio sagrado sobre o qual palpita
A alma bendita do país da Cruz ”
(Dom Aquino Correia)
• Misturadas: Não tem ordem determinada entre as rimas.
“ A chuva chove mansamente... como um sono
Que tranqüilize, pacifique, resserene...
A chuva chove mansamente... Que abandono!
A chuva é a música de um poema de Verlaine...
E vem-me o sonho de uma véspera solene,
Em certo paço, já sem data e já sem dono...
Véspera triste como a noite, que envenene
...Num velho paço, muito longe, em terra estranha,
Com muita névoa pelos ombros da montanha...
Paço de imensos corredores espectrais,
Onde murmurem, velhos órgãos, árias mortas,
Enquanto o vento, estrepitando pelas portas,
Revira in-fólios, cancioneiros e missais ”
(A Chuva Chove, Cecília Meireles)
• Versos brancos ou soltos: São os versos que não tem rima
“ A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada ”
(Rosa de Hiroshima, Vinícius de Moraes)
Tonicidade
• Agudas ou masculinas: Quando a rima acontece entre palavras oxítonas ou monossilábicas.
o Exemplo: Valor/Amor, és/viés
• Graves ou femininas: Quando a rima acontece entre palavras paroxítonas.
o Exemplo: Santa/planta, mala/sala, toque/choque.
• Esdrúxulas: Quando a rima acontece entre palavras proparoxítonas.
o Exemplo: Mágico/Trágico, Fábula/tábula.


Sonoridade
• Perfeitas (consoantes, soantes, totais): Há uma perfeita identidade dos sons finais, assim como uma semelhança entre as últimas vogais e consoantes.
o Exemplo: Fada/dourada, rosa/formosa, anil/Brasil.
• Imperfeitas (assonantes, toantes, parciais): Quando, ou há identidade apenas entre as vogais finais, não havendo necessariamente identidade entre os sons finais, ou quando a sonoridade é semelhante, mas a grafia das palavras é diferente.
o Exemplo: Estrela/vela, vertigem/virgem, mais/faz, seis/fez.
Valores
• Pobres: Quando a rima acontece entre palavras da mesma classe gramatical.
o Exemplo: Falar/amar, o calor/o sabor, bonito/bendito.
• Ricas: Quando a rima acontece entre palavras de classes gramaticais diferentes.
o Exemplo: Cantando/bando, mar/navegar, vagos/lagos e quem/tem
• Raras: Quando a rima acontece entre palavras de difícil combinação melódica.
o Exemplo: Cisne/tisne.
• Preciosas: Rimas entre verbos na forma verbo-pronome com outras palavras.
o Exemplo: Estrela/tê-la, Tranqüilo/segui-lo.

Referência e Bibliografia
COELHO, Nelly Novaes. Literatura e Linguagem: a obra literária e a expressão lingüística, introdução aos cursos de Letras e de Ciências Humanas, Rio de Janeiro, Livraria José Olympio, 1974
Jatobá, João Felipe Brandão Jatobá (9 de Janeiro de 2008). Elemento Literário Estrutural - Poesia - Rima. Ofício Literário. Página visitada em 9 de Janeiro de 2008.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

"Que haja a escrita"

Para os alunos dos 6° anos, em função da reabertura da biblioteca Monteiro Lobato, no início de março, proponho as seguintes pesquisas:

  • Qual a importância da escrita?
  • Qual o povo que criou o alfabeto de 22 letras?
  • Como eram ou são os materiais utilizados para se registrarem os fatos?
  • Cite curiosidades encontradas em suas pesquisas sobre esse assunto.

As orientações foram passadas em aula. Favor postar as informações mais importantes descobertas em suas pesquisas. Não esqueça de colocar seu nome.